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5 problemas do varejo pré-digital

Tempo de leitura: 3 min

Um dos varejos mais tradicionais dos Estados Unidos, a Toys “R” Us anunciou no começo de 2018 que vai fechar e vender todas as suas lojas. Com 70 anos de existência, a empresa é uma grande representante da indústria de brinquedos e tem quase 1.700 unidades ao redor do mundo. 

A falência da Toys “R” Us revela problemas comuns no varejo pré-digital. A companhia vai sair do mercado não porque as crianças estejam comprando menos brinquedos, mas porque redes mais ágeis como a Amazon e a Target utilizam de soluções digitais que as tornam mais competitivas. Entenda neste artigo 5 problemas do varejo pré-digital e como a nova tecnologia vai fazer a diferença no seu negócio, de maneira a torná-lo mais acessível para o cliente.

1. Ficar distante do consumidor

Uma das principais razões que nos leva a comprar pela internet é poupar tempo e dinheiro com o deslocamento até a loja. O tradicional serviço de delivery de pizza já descobriu isso há muito tempo.

Ao oferecer ao seu consumidor a possibilidade de comprar online por meio de um bom site ou aplicativo de e-commerce, você oferece conforto e praticidade aos clientes. Assim, você provavelmente vai aumentar o poder de fidelização da sua empresa. 

2. Fazer o cliente esperar em filas longas

Mesmo que a loja fique perto de casa, o consumidor pode evitar frequentá-la se as filas forem muito demoradas. Você certamente prefere usar o aplicativo do seu banco no smartphone para evitar ir à agência. Algumas soluções digitais, como o pagamento via celular ou pulseira, permitem que o cliente passe pelo caixa com mais agilidade.

3. Não reconhecer os problemas comuns no varejo

Para se adaptar à era digital, é preciso, por vezes, investir em uma mudança cultural no seu negócio. É necessário reconhecer que algumas soluções que dão certo há décadas já estão ficando obsoletas.

Veja o exemplo do Grupo Pão de Açúcar (GPA), um dos maiores e mais tradicionais varejistas do Brasil. Ele é também um grande anunciante, com um orçamento milionário de anúncios na TV e na imprensa. O GPA anunciou que vai fazer uma mudança radical em sua estratégia, direcionando esforços para o aplicativo “Meu Desconto”, que oferece promoções personalizadas para cada consumidor.

Por meio do aplicativo, o GPA coleta informações sobre cada consumidor, o que orienta suas decisões comerciais. Ao mesmo tempo, a iniciativa permite um diálogo direto com a clientela, dispensando, assim, parte da necessidade de investir em anúncios tradicionais.

4. Confiar em informações imprecisas

Varejistas tradicionais confiam na própria experiência e em tradições para tomarem suas decisões. Mas hoje o comportamento do consumidor muda rapidamente, e existem ferramentas digitais para medir com mais precisão os vários indicadores de um negócio.

Um desses tipos de ferramenta é o CRM (Customer Relationship Management), um sistema que permite cadastrar os dados dos seus clientes, entender o que eles procuram e enviar mensagens personalizadas. As ferramentas integradas do CRM também ajudam a alinhar melhor suas equipes de venda e marketing.

5. Não fornecer orientação aos clientes

Um dos problemas comuns no varejo é oferecer pouca informação aos clientes. Sabemos que um dos maiores impeditivos de compra é a incerteza – por vezes, o cliente gosta do produto, mas se sente inseguro em relação à compra ou não sabe onde adquirir o item. 

Felizmente, serviços digitais de localização e orientação podem fornecer ao seu cliente a informação que ele precisa no local e no momento apropriado. Com eles, você pode transformar qualquer loja em um ambiente inteligente – adequado ao consumidor e aos tempos de hoje.

Gostou de saber como algumas soluções digitais podem resolver problemas do varejo? Então compartilhe este texto nas redes sociais e faça essa mensagem chegar adiante!

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